21.10.09
18.10.09
Neste momento, alguns "conservadores" americanos estão tentando criar uma nova tradução da Bíblia. O projeto tem sérios problemas metodológicos. E, além da clara e questionável agenda política por trás, a idéia toda é ridícula pelo propósito declarado de empobrecer um texto que é muito bonito. Não dá para ler a Biblia do Rei Tiago e pronto?
17.10.09
Tirando o fato que eu morreria em cerca de uma semana, eu poderia avançar muito a tecnologia se ficasse preso no passado. (fiz 8 de 10).
15.10.09
6.10.09
Quando eu era criança - tipo, primeira ou segunda série - eu conseguia ler as legendas dos filmes, mas meus amigos não acreditavam. Hoje - tipo, adulto - eu fico absurdado que tanta gente "fica muito tempo lendo legendas e perde parte dos efeitos visuais". Que tal gastar o dinheiro do cinema numas reciclagens de alfabetização?
4.10.09
3.10.09
Os escritores costumam ser mais interessantes quando escrevem do que quando falam - fato que não deveria surpreender ninguém.
1.10.09
Metaphors aren’t just how we talk and write, they’re how we think. At some level, we actually do seem to understand temperament as a form of temperature, and we expect people’s personalities to behave accordingly. What’s more, without our body’s instinctive sense for temperature--or position, texture, size, shape, or weight--abstract concepts like kindness and power, difficulty and purpose, and intimacy and importance would simply not make any sense to us.
Na nossa era de especializações, os polimatas são criaturas cada vez mais raras. E isso é grave: embora não avancem o conhecimento da mesma forma, existem coisas que só eles conseguem enxergar.
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Idéias,
Intelectualismo
30.9.09
25.9.09
Na boa, vão se fuder. Assessor é pago para divulgar o cliente e pronto. Se é cara-de-pau quem copia o texto e assina? É. Mas não acho que release é propriedade intelectual do jornalista-assessor. E é fácil resolver: basta que as empresas obriguem os empregados a assinar a cessão de direitos autorais.
Meninos e meninas de 12, 13 anos saindo do armário. Eu realmente não sei o que dizer sobre isso. Exceto que os meninos que eu achava nessa idade que eram gays, são.
22.9.09
Eu mal podia esperar para ler Asterios Polyp, só por ser de David Mazzuchelli. Depois de resenhas assim, então...
21.9.09
Com a internacionalização dos seus produtos, a imprensa americana passou a compactuar com ditaduras e outras forças pouco liberais.
Um projeto de estudantes do MIT descobre segredos sobre você baseado nos seus amigos nos sites sociais. O nome? Gaydar.
20.9.09
Be the jury yourself. Read like Woolf, widely and without preconceptions. Read science fiction, read historical fiction, make your own judgement, and then talk about it. Try this as a kind of experiment: read 30 writers new to you. It's a big project, but what a lot of good reading would come of it. And New Scientist readers will be quickest of all to see that the literature that best expresses our time, that speaks to our time, is science fiction. How could it be otherwise? Our world is a science fiction.
19.9.09
The following article is not suitable for young adults, particularly those between the ages of 19 and 22. If you read this, you will likely just get mad at an old dude’s lame and bizarrely subjective opinions — and you probably know about a million better bands than he does anyway. But if you do read it, please email the author with the names of said bands. That way he can continue on in this grand delusion he is about to unveil.
Quadrinhos na sala de aula: como usar e quais ler. Idéias suficientes para usar durante toda uma vida de professora.
15.9.09
Telefones celulares tornaram obsoletas várias cenas em peças e filmes e até destróem histórias inteiras.
14.9.09
60 profissões para o futuro. A lista é bastante otimista e, como não poderia deixar de ser, tem profissões bem fantasiosas.
13.9.09
12.9.09
Você já pensou no quseus pais fazem tanto tempo sozinhos atrás de portas fechadas? Não é um irmãozinho novo.
11.9.09
THROUGH extending the idea of complexity to the domain of personal and informal relationship, the authority of expertise has sought to colonise the private sphere. One of the characteristic features of modern times is that the decline of taken for granted ways of doing things has encouraged the perception that individuals are not able to manage important aspects of their life without professional guidance. Frequently the conduct of routine forms of social interaction are represented as difficult and complicated, which is why child-rearing can be treated as a science and why we often talk about parenting skills, social skills, communication skills and relationship skills. The belief that the conduct of everyday encounters requires special skills has created an opportunity for the expert to colonise the realm of personal relations.
10.9.09
Criar "bibliotecas" sem livros porque os estudantes não ligam para eles é claramente uma profecia autorealizante.
9.9.09
8.9.09
Como os economistas foderam tudo tão feio? Segundo Douglas Rushkoff, foi porque tratam as leis da economia como naturais, não os construtos que são.
Os defensores americanos da pena de morte realmente não estão muito preocupados com a possibilidade de assassinar um inocente, como provam certas decisões judiciais.
4.9.09
3.9.09
2.9.09
Acho que a coisa mais odiada por mim na escola primária era a caligrafia, como qualquer um que já tenha visto minha letra pode deduzir. Mesmo assim concordo com Umberto Eco que, perdendo a utilidade, ela pode ganhar outra vida.
1.9.09
Claro que ninguém mais vai ligar para fósseis de dinossauros depois que o Jurassic Park ficar pronto.
31.8.09
29.8.09
28.8.09
Departamento de Aquisições
Fui na Comix comprar um presente par aum amigo e acabei comprando para mim:





(A Comix está em promoção e cada Planetary custou cinco reais.)
Fui na Comix comprar um presente par aum amigo e acabei comprando para mim:





(A Comix está em promoção e cada Planetary custou cinco reais.)
26.8.09
21.8.09
Um guia para ler Love and Rockets, um dos quadrinhos que merece uma edição constante e confiável em português.
15.8.09
13.8.09
The Man Who Keeps Walking - um comercial onde Robert Carlyle conta a história de uma marca de whisky.
11.8.09
This is all harder for babies and young children. They are largely at the mercy of the environment. Simple experiments demonstrate that babies are, for the most part, trapped in the here and now, a conclusion supported by the finding that the part of the brain responsible for inhibition and control, the prefrontal cortex, is among the last to develop. Gopnik uses the example of an adult being dumped into the middle of a foreign city, knowing nothing about what's going on, with no goals and plans, constantly turning to see new things, and struggling to make sense of it all. This is what it's like to be a baby—only more so, since even the most stressed adult has countless ways of controlling attention: We can look forward to lunch, imagine how we would describe this trip to friends, and so on. The baby just is. It sounds exhausting, which might explain why infants spend so much of their time sleeping or (like some travelers) fussing.
10.8.09
Certas invenções e descobertas - a lâmpada, o telefone, o cálculo - iam acontecer de qualquer jeito. E, de fato, aconteceram independentemente mais de uma vez. Por que?
Vinte e um escritores e vinte e um artistas que mudaram a cara dos quadrinhos. As listas supostamente se restringem a gente do mainstream, mas têm gente como Harvey Pekar, Chris Ware e Basil Wolverton.
7.8.09
5.8.09
Um pedacinho de Kill Your Boyfriend, uma das melhores histórias curtas de Grant Morrison - e que, miraculosamente, saiu no Brasil. (Outra é St. Swithn's Day.)
4.8.09
Dia de Gibi Novo: El Eternauta
Escrita por Héctor Germán Oesterheld e desenhada por Francisco Solano López, El Eternauta é uma história em quadrinhos argentina publicada originalmente entre 1957 e 1959. A história de ficção científica narra os eventos acontecidos em Buenos Aires durante uma invasão alienígena à Terra.
A história começa com a aparição diante de um roteirista do Eternauta, um viajante do tempo e espaço que começa a narrar a história da invasão. A tal invasão começa de forma bastante original, com uma "nevasca" brilhante mortífera, que mata tudo que toca e o consequente esforço dos personagens - o protagonista Juan Salvo, o professor Favali, Lucas e a mulher e filha de Salvo - para lidar com a morte de todos em Buenos Aires. Depois de algum tempo lidando com esse novo mundo, a história passa a tratar da resistência humana na cidade e se torna um estranho quadrinho de guerra.
Apesar de muito interessante, a série tem vários defeitos. O principal deles é a repetição de eventos e a constante recapitulação - consequências do formato seriado da publicação original. O diálogo também é bastante melodramático e às vezes os eventos não fazem muito sentido - é Deux Ex Machina a cada meia hora. Apesar desses defeitos, a série me parece ter sido feita para adultos, tanto pela premissa pesada como pelo desenrolar dos acontecimentos.
A arte é mediana e lembra a das tiras de aventura de segunda. Muitas vezes ela é apenas esquemática e constantemente faltam detalhes: um dos tipos de invasores - os "cascorudos" - aparecem na maior parte do tempo como círculos negros. A diagramação constante - só me lembro de duas páginas com quadros em formatos diferentes - também prejudica a narrativa, já que todos os momentos têm o mesmo peso na página.
Por outro lado, é interessante como o protagonista Salvo é um homem comum - e muito menos capaz que seus coadjuvantes. Outra coisa que gostei bastante, tendo estado recentemente em Buenos Aires, é a referência - até onde percebi correta - às ruas e marcos da cidade.
Também comprei um volume chamado El Eternauta II, que parece recontar a mesma história de uma forma mais moderna. Assim que tiver lido, comento aqui.
Escrita por Héctor Germán Oesterheld e desenhada por Francisco Solano López, El Eternauta é uma história em quadrinhos argentina publicada originalmente entre 1957 e 1959. A história de ficção científica narra os eventos acontecidos em Buenos Aires durante uma invasão alienígena à Terra.
A história começa com a aparição diante de um roteirista do Eternauta, um viajante do tempo e espaço que começa a narrar a história da invasão. A tal invasão começa de forma bastante original, com uma "nevasca" brilhante mortífera, que mata tudo que toca e o consequente esforço dos personagens - o protagonista Juan Salvo, o professor Favali, Lucas e a mulher e filha de Salvo - para lidar com a morte de todos em Buenos Aires. Depois de algum tempo lidando com esse novo mundo, a história passa a tratar da resistência humana na cidade e se torna um estranho quadrinho de guerra.
Apesar de muito interessante, a série tem vários defeitos. O principal deles é a repetição de eventos e a constante recapitulação - consequências do formato seriado da publicação original. O diálogo também é bastante melodramático e às vezes os eventos não fazem muito sentido - é Deux Ex Machina a cada meia hora. Apesar desses defeitos, a série me parece ter sido feita para adultos, tanto pela premissa pesada como pelo desenrolar dos acontecimentos.
A arte é mediana e lembra a das tiras de aventura de segunda. Muitas vezes ela é apenas esquemática e constantemente faltam detalhes: um dos tipos de invasores - os "cascorudos" - aparecem na maior parte do tempo como círculos negros. A diagramação constante - só me lembro de duas páginas com quadros em formatos diferentes - também prejudica a narrativa, já que todos os momentos têm o mesmo peso na página.
Por outro lado, é interessante como o protagonista Salvo é um homem comum - e muito menos capaz que seus coadjuvantes. Outra coisa que gostei bastante, tendo estado recentemente em Buenos Aires, é a referência - até onde percebi correta - às ruas e marcos da cidade.
Também comprei um volume chamado El Eternauta II, que parece recontar a mesma história de uma forma mais moderna. Assim que tiver lido, comento aqui.
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